“NÃO FOI POLÍTICA” – Governo de Rondônia rebate ministro em caso do combustível

“NÃO FOI POLÍTICA” – Governo de Rondônia rebate ministro em caso do combustível

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O Governo de Rondônia reagiu às declarações do ministro da Fazenda, Dário Durigan, que teria atribuído a exclusão do Estado do programa de subsídio ao diesel a questões políticas. Em nota, a Secretaria de Estado de Finanças (Sefin) negou qualquer motivação ideológica ou partidária e afirmou que a decisão foi exclusivamente técnica e fiscal

Segundo a pasta, Rondônia não possui margem orçamentária para assumir uma nova despesa sem comprometer áreas consideradas essenciais. O governo estadual alegou que o impacto inicial do subsídio seria de aproximadamente R$ 28 milhões em apenas 60 dias, valor que não estava previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA).

Ainda conforme a análise técnica apresentada pela Sefin, o custo total da medida poderia alcançar R$ 81,1 milhões ao longo da execução do programa. Para o Estado, isso obrigaria a realização de cortes em setores estratégicos como saúde, educação, segurança pública e assistência social.

“Estado reafirma que a decisão não teve caráter político, mas foi tomada com base na prudência administrativa, responsabilidade fiscal e eficiência na gestão pública, priorizando a estabilidade das contas estaduais e a proteção dos serviços essenciais à população”, destacou a secretaria em trecho da nota oficial.

A resposta do governo acontece após a repercussão da fala do ministro, que sugeriu que Rondônia teria ficado de fora do benefício por razões políticas, ampliando o embate entre o Palácio Rio Madeira e integrantes do governo federal sobre a condução do programa de redução do preço do combustível.

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