CÂMARA FEDERAL – Mosquini fica sozinho em votação que tirava força do IBAMA

Durante a análise de um destaque apresentado pelo partido NOVO, que pretendia retirar a exclusividade de órgãos federais como o IBAMA na emissão de licenças ambientais para exploração de minerais raros, como o lítio, apenas um deputado de Rondônia votou contra a manutenção do poder do órgão ambiental.
O deputado federal Lúcio Mosquini (PL) foi o único parlamentar da bancada rondoniense a apoiar o destaque, defendendo a flexibilização do modelo atual de licenciamento para mineração de minerais estratégicos.
Na direção oposta, os deputados Coronel Chrisóstomo (PL), Cristiane Lopes (PODE), Fernando Máximo (PL), Maurício Carvalho (UNIÃO) e Silvia Cristina votaram contra o destaque e, na prática, mantiveram a força do IBAMA e demais órgãos federais sobre a liberação de atividades minerárias ligadas às chamadas terras raras.
Já os deputados Rafael Fera (PODE) e Thiago Flores (REPUBLICANOS) não participaram da votação.
A pauta envolve diretamente o controle sobre minerais considerados valiosos para a indústria tecnológica mundial, especialmente o lítio, utilizado na fabricação de baterias, equipamentos eletrônicos e veículos elétricos.
O tema vem dividindo o Congresso entre parlamentares que defendem maior liberdade econômica para o setor mineral e os que sustentam a necessidade de maior controle ambiental federal.



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