JOGO SUJO – Eyder Brasil é alvo de covardia eleitoral após drama familiar

JOGO SUJO – Eyder Brasil é alvo de covardia eleitoral após drama familiar

eyder-1024x768 JOGO SUJO - Eyder Brasil é alvo de covardia eleitoral após drama familiar

A campanha eleitoral entrou na reta final e, com ela, parece que alguns adversários resolveram abandonar qualquer limite. O deputado estadual e candidato à reeleição Eyder Brasil passou por uma das situações mais delicadas que um pai pode enfrentar: a filha sofreu uma forte crise de ansiedade, precisou ser levada ao hospital e permaneceu em observação após receber atendimento médico.

Enquanto Eyder estava ao lado da filha, preocupado com o estado de saúde dela, a situação familiar acabou sendo transformada em munição política por seus adversários.

O alvo deixou de ser o mandato, os projetos ou as posições políticas do deputado. O ataque passou a atingir diretamente sua família. A tentativa foi criar desgaste em cima do fato de a filha ter recebido atendimento em uma unidade particular, como se uma situação de emergência pudesse ser transformada em julgamento político.

Eyder Brasil é Sargento do Exército Brasileiro e deputado estadual. Portanto, possui uma realidade profissional e institucional própria, inclusive no que diz respeito à assistência disponibilizada aos militares. A escolha feita pela família diante de uma situação de emergência não deveria ser utilizada como arma eleitoral.

É uma coisa discutir política. É outra muito diferente usar a doença ou a fragilidade de um familiar para tentar atingir um candidato. Eyder não estava em uma agenda política quando precisou levar a filha ao hospital. Não estava pedindo voto. Não estava fazendo campanha, estava exercendo o papel de pai diante de uma situação de preocupação familiar.

A situação vivida pelo deputado expõe um tipo de disputa em que até um momento de angústia familiar pode ser convertido em argumento político. A eleição termina, mandatos terminam, campanhas passam. Mas, para qualquer pai ou mãe, o desespero de ver um filho precisando de atendimento médico não é estratégia eleitoral, é vida real.

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