QUANDO BATE A SAUDADE – A força do rádio que o tempo não apagou

Em tempos de plataformas digitais e consumo instantâneo de conteúdo, resistir por mais de quatro décadas no rádio é um feito que poucos conseguem alcançar. Em Porto Velho, um programa segue firme nessa missão: “Quando Bate a Saudade”, comandado pelo jornalista Everton Leoni.
Com uma proposta simples e poderosa, o programa se consolidou como um verdadeiro refúgio para os amantes da boa música. Ao longo de sua trajetória, tornou-se uma ponte entre gerações, resgatando clássicos que marcaram época e permanecem vivos na memória afetiva do público.
No último domingo (12), a edição foi especialmente marcante. A programação trouxe uma seleção que passeou entre sucessos internacionais e nacionais, destacando a suavidade e o romantismo de clássicos que atravessaram o tempo. Foi mais uma prova de que a curadoria musical segue sendo um dos grandes diferenciais do programa.
Um dos quadros mais aguardados, a “hora do rei”, encerrou a programação com chave de ouro, relembrando canções que alcançaram o topo das paradas brasileiras e ajudaram a construir a história da música popular no país.
Mais do que um programa de rádio, “Quando Bate a Saudade” é símbolo de resistência. Em um cenário onde muitos chegaram a decretar o fim do rádio, Everton Leoni prova o contrário: a combinação entre boa música e comunicação de qualidade continua encontrando espaço e audiência.
Além do reconhecimento como comunicador, o nome de Everton Leone também começa a ganhar força nos bastidores da política rondoniense. De forma discreta, ele tem sido citado como possível candidato a vice-governador, sendo lembrado por diferentes grupos políticos como um nome de credibilidade e forte conexão popular.
Seja nos estúdios ou no cenário político, uma coisa é certa: Everton Leoni segue sendo uma voz que não passa despercebida — e que continua fazendo história.



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