NOVOS RUMOS – Léo Moraes vence crise no transporte escolar fluvial

Durante anos, o direito básico à educação foi interrompido para dezenas de crianças ribeirinhas em Porto Velho. Entre 2018 e 2023, na gestão do ex-prefeito Hildon Chaves, o transporte escolar fluvial — essencial para estudantes que vivem às margens do Rio Madeira — foi paralisado por problemas administrativos, contratuais e atrasos de pagamento a pilotos e empresas responsáveis pelas embarcações.
Em comunidades isoladas, onde o rio é a única via de acesso, a ausência das lanchas escolares significou o rompimento direto com a educação. O problema ganhou repercussão nacional e chamou a atenção do programa Profissão Repórter, comandado pelo jornalista Caco Barcellos, que esteve na capital para mostrar o abandono enfrentado pelas famílias.
A incapacidade de manter contratos ativos e garantir o pagamento dos profissionais envolvidos resultou em um cenário de descaso com crianças que dependem exclusivamente desse serviço para estudar. A responsabilidade recai diretamente sobre a administração da época, que não conseguiu assegurar a continuidade de um serviço essencial.
Agora, em 2026, o cenário é outro. Sob a gestão do prefeito Léo Moraes, o transporte escolar fluvial foi regularizado, devolvendo dignidade e segurança às comunidades ribeirinhas. Na comunidade de Cujubim, às margens do Rio Madeira, a realidade encontrada pela reportagem nesta sexta-feira (10 de abril) foi de normalidade: alunos frequentando as aulas diariamente, professores com calendário regular e pais mais tranquilos quanto ao futuro dos filhos.
A retomada do serviço representa mais do que logística — simboliza o resgate de um direito fundamental. Hoje, crianças que antes enfrentavam incertezas voltaram a sonhar com um futuro melhor, impulsionadas pela garantia de acesso à educação.
Depois de anos de abandono, a regularização do transporte escolar fluvial marca uma virada significativa na vida dessas famílias. Mais do que corrigir um problema histórico, a atual gestão consolida um novo momento para a educação na zona rural de Porto Velho: um tempo de estabilidade, compromisso e esperança.



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